Questões de Engenharia Florestal da Fundação Carlos Chagas (FCC)

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Ao optar pelo chamado plantio de inverno, preparo de solo e plantio realizado na estação mais fria e seca, o engenheiro florestal deverá estar ciente de que

  • A.

    deverá contar com um viveiro de maiores dimensões, aumentando a capacidade de produção de mudas em determinadas épocas do ano.

  • B.

    terá menor eficiência de aproveitamento dos fertilizantes.

  • C.

    terá maior facilidade de preparo de solos mais argilosos e densos.

  • D.

    ocorrerá maior competição das mudas com as plantas invasoras por água e nutrientes.

  • E.

    é maior o grau de sobrevivência das mudas devido a sua menor atividade fisiológica, principalmente a transpiração, desde que se aumente o número de irrigações.

A poda de galhos em espécies florestais visa a obter madeira de melhor qualidade por eliminar a presença de grandes nós, remanescentes dos galhos que não foram removidos em época oportuna. A esse respeito, é correto afirmar:

  • A.

    A poda é realizada mais tarde em sítios de boa qualidade, ao passo que, em sítios pobres, menos tempo decorrerá até ser necessária a poda.

  • B.

    A época mais apropriada para práticas de poda é quando os vegetais se encontram em repouso vegetativo, recomendando- se o final do outono e inverno.

  • C.

    A intensidade da poda não influencia o diâmetro das árvores e, consequentemente, a produção de madeira.

  • D.

    A remoção de até 2/3 da copa não produz efeito sobre o crescimento de uma árvore.

  • E.

    A manutenção do povoamento florestal com uma densidade alta de árvores, durante o período anterior à poda, não tem influência sobre a formação de galhos excessivamente grossos.

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  • A.

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A unidade de conservação, sob a categoria de manejo Refúgio de Vida Silvestre, é classificada como uma área de

  • A.

    proteção integral, que tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.

  • B.

    uso sustentável, que tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.

  • C.

    proteção integral, com populações animais de espécies nativas, terrestres ou aquáticas, residentes ou migratórias, adequadas para estudos técnico-científicos sobre o manejo econômico sustentável de recursos faunísticos, com grandes extensões territoriais.

  • D.

    uso sustentável, com populações animais de espécies nativas, terrestres ou aquáticas, residentes ou migratórias, adequadas para estudos técnico-científicos sobre o manejo econômico sustentável de recursos faunísticos.

  • E.

    uso sustentável, que tem como objetivo básico preservar a natureza e, ao mesmo tempo, assegurar as condições e os meios necessários para a reprodução e a melhoria dos modos e da qualidade de vida e exploração dos recursos naturais das populações tradicionais, bem como valorizar, conservar e aperfeiçoar o conhecimento e as técnicas de manejo do ambiente, desenvolvido por estas populações.

A Reserva Particular do Patrimônio Natural é uma área

  • A.

    particular, de proteção integral, com objetivo de conservar a diversidade biológica, onde só poderá ser permitida a visitação com objetivos turísticos e recreativos.

  • B.

    particular, de uso sustentável, com objetivo de conservar a diversidade biológica, onde só será permitida a pesquisa científica e a visitação com objetivos turísticos, recreativos e educacionais.

  • C.

    particular, de proteção integral, com objetivo de conservar mostras representativas de ecossistemas, onde só poderá ser permitida a pesquisa científica.

  • D.

    pública, de uso sustentável, com objetivo de manter mostras representativas de ecossistemas, onde só poderá ser permitida a pesquisa científica e a visitação com objetivos turísticos, recreativos e educacionais.

  • E.

    pública, de proteção integral, com objetivo de manter mostras representativas de ecossistemas, onde só poderá ser permitida a pesquisa científica e a visitação com objetivos turísticos, recreativos e educacionais.

A taxa total de assimilação dos produtores em um ecossistema se identifica como de produtividade

  • A.

    secundária e equivale a quantidade total de matéria orgânica fixada, excluindo aquela utilizada para a respiração vegetal durante o período de medição.

  • B.

    primária e equivale a quantidade total de matéria orgânica fixada, excluindo aquela utilizada para a respiração vegetal durante o período de medição.

  • C.

    secundária e equivale a quantidade total de matéria orgânica fixada, incluindo aquela utilizada para a respiração vegetal durante o período de medição.

  • D.

    primária e equivale a quantidade total de matéria orgânica fixada, incluindo aquela utilizada para a respiração vegetal durante o período de medição.

  • E.

    primária líquida e equivale a quantidade total de matéria orgânica fixada, excluindo aquela utilizada para a respiração vegetal durante o período de medição.

Densidade Bruta e Densidade Específica ou Ecológica são definidas, respectivamente, como sendo

  • A.

    o tamanho da biomassa existente por unidade de área; e a taxa de metabolismo por unidade de peso, que varia conforme a espécie e o nível trófico.

  • B.

    o número (ou biomassa) por unidade de espaço do hábitat (área ou volume disponível que realmente pode ser colonizado pela população); e o número (ou biomassa) por unidade de espaço total.

  • C.

    o número (ou biomassa) por unidade de espaço total; e o número (ou biomassa) por unidade de espaço do hábitat (área ou volume disponível que realmente pode ser colonizado pela população).

  • D.

    a taxa de metabolismo por unidade de peso, que varia conforme a espécie e o nível trófico; e o tamanho da biomassa existente por unidade de área.

  • E.

    a taxa de metabolismo por unidade de peso, que varia conforme o grau de endemismo; e o tamanho da biomassa existente por unidade de área.

Os ecossistemas dulcícolas são classificados como:

  • A.

    lêntico (águas paradas); lótico (águas correntes) e águas costeiras.

  • B.

    lêntico (águas correntes); lótico (águas paradas) e terras úmidas (brejos e florestas de pântanos).

  • C.

    lêntico (águas paradas); lótico (águas correntes) e estuários (baias litorâneas, estreitos, desembocadura de rios, entre outros).

  • D.

    lêntico (águas correntes); lótico (águas paradas) e estuários (baias litorâneas, estreitos, desembocadura de rios, entre outros).

  • E.

    lêntico (águas paradas); lótico (águas correntes) e terras úmidas (brejos e florestas de pântanos).

Os efeitos negativos da predação e do parasitismo tendem a ser pequenos em termos quantitativos quando

  • A.

    as populações interativas tiveram uma história evolutiva comum em um ecossistema estável e especialmente diverso.

  • B.

    as populações interativas tiveram uma história evolutiva comum em um ecossistema instável e especialmente diverso.

  • C.

    a interação não ocorre e o ecossistema é palco de mudanças em larga escala.

  • D.

    a interação não ocorre e o ecossistema é palco de mudanças repentinas (temporárias).

  • E.

    interação é de origem recente e no ecossistema ocorreram mudanças causadas pela ação antrópica.

Os Oxisols (Latossolos), solos dominantes nos trópicos úmidos, caracterizam-se por apresentar

  • A.

    grande profundidade pedológica − mais de 5,0 metros; acidez elevada − pH menor que 8,0; falta de disponibilidade de água no perfil; baixa reserva de minerais primários; consistência friável; alta diferenciação morfológica dos horizontes e ausência de horizonte B.

  • B.

    grande profundidade pedológica − mais de 3,0 metros; acidez elevada − pH menor que 4,0; disponibilidade de água no perfil; alta reserva de minerais primários; consistência friável; baixa diferenciação morfológica dos horizontes e ausência de horizonte B.

  • C.

    grande profundidade pedológica − mais de 2,0 metros; acidez elevada − pH menor que 5,0; baixa disponibilidade de água no perfil; baixa reserva de minerais primários; consistência friável e baixa diferenciação morfológica dos horizontes.

  • D.

    visível diferenciação morfológica dos horizontes; gradiente textural médio a alto; horizonte eluvial (A) ou em formação, e B de acumulação e riqueza químico-mineralógica nos horizontes inferiores.

  • E.

    visível diferenciação morfológica dos horizontes; gradiente textural baixo a médio; ausência de horizontes A e B e riqueza químico-mineralógica nos horizontes inferiores.

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