Questões de Língua Portuguesa da CONSULTEC

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Quanto aos gêneros discursivos representados pelos textos I e II, a única informação incorreta em relação a ambos é a expressa na alternativa

  • A. Os dois, quanto à sua diagramação, podem ser impressos em ambas as faces do papel, incluindo-se seus anexos.
  • B. Ambos possuem como fecho o termo Atenciosamente, conforme ocorre em todas as comunicações oficiais — excetuando-se as dirigidas às autoridades superiores, nas quais se emprega Respeitosamente — e apresentam a assinatura do signatário com o respectivo cargo, o que se exclui nas comunicações assinadas pelo Presidente da República.
  • C. O I, do ponto de vista formal, segue o modelo do padrão ofício, mas, ao contrário do II, é uma forma de comunicação eminentemente interna.
  • D. O I, no que se refere à sua tramitação por qualquer órgão, caracteriza-se pela rapidez e pela simplicidade quanto aos procedimentos burocráticos, razão pela qual os seus despachos devem ser dados no próprio documento e, caso falte espaço, isso será feito em uma folha de continuação, o mesmo não se podendo afirmar quanto ao II.
  • E. O II é usado para a comunicação entre os diferentes órgãos públicos e entre os particulares, enquanto o I é uma modalidade de comunicação entre unidades do mesmo órgão que devem ser, invariavelmente, do mesmo nível hieráquico.

A leitura dos textos I e II, em relação ao de Jorge da Silva — “Ética e o futuro da Polícia Militar” —, permite afirmar que a linguagem utilizada,

  • A. nos três textos, contempla o uso do padrão culto da língua, a predominância da função referencial da linguagem e a impessoalidade no tratamento do assunto enfocado, por se tratar, de alguma forma, de temas voltados para o poder constituído.
  • B. nos primeiros, é marcada pelo uso de certos clichês e de um tratamento cortês, diferentemente do que acontece com a estruturação das ideias no outro texto, em que essas marcas estão ausentes, aparecendo, em seu lugar, jargões característicos do linguajar do policial, ficando subentendida uma ironia em relação ao desempenho do atual governo brasileiro.
  • C. nos dois citados inicialmente, referenda a publicidade e a formalidade como princípios da Administração Pública, o mesmo não ocorrendo com o texto da autoria de Jorge da Silva, que privilegia a informação com prejuízo do conteúdo, a agilidade do raciocínio em detrimento de uma preocupação formal e estética, ao fazer uma crítica à desordem da sociedade em que a PM atua.
  • D. nestes, diverge da usada naquele, porque os textos oficiais, dentre outras características, são impessoais, formais e concisos, ao contrário do gênero discursivo que caracteriza “Ética e o futuro da Polícia Militar”, em que se notam impressões pessoais, ressignificação de termos linguísticos e uma estruturação de ideias voltada para o que tem conduzido os atos da PM de hoje e as mudanças desejadas para o amanhã.
  • E. naquele, apresenta variações sociais ou culturais, uso de termos com sentido conotativo e também muito constantes na comunicação oral, informal, ou seja, na chamada “língua viva”, enquanto nestes, a estrutura é uniforme e padronizada.

A análise dos elementos linguísticos presentes na tessitura do texto permite afirmar que é verdadeiro o que está expresso em

  • A. “passou a ser” (l. 2) forma uma locução verbal, já que o infinitivo “ser” pode ser desdobrado em uma oração com a presença de um conectivo, o mesmo ocorrendo em relação a “devem passar” (l. 31).
  • B. “desafio” (l. 3) é uma palavra formada por derivação regressiva e “fugas” (l. 14), por derivação imprópria.
  • C. “de criminalidade” (l. 8) possui valor restritivo assim como a expressão “de qualificação” (l. 23-24).
  • D. "representam” (l. 20) possui a mesma regência que “alerta” (l. 23).
  • E. “mais” (l. 27) modifica a forma verbal “pode [...] estar” exprimindo ideia de tempo, e “mais” (l. 37) modifica o termo “relevante” intensificando a ideia por ele expressa.

Em referência aos termos destacados na letra de “Paz pela paz”, está sem suporte no contexto analisado e/ou nas normas gramaticais o que se afirma em

  • A. A expressão “do mundo” (v. 1) qualifica “paz” (v. 1), o mesmo ocorrendo com “de mudar” (v. 11) em relação à “coragem” (v. 11), termo que sinaliza uma ação indispensável para a consecução do objetivo pleiteado.
  • B. A oração “Se eu faço o bem ao meu irmão” (v. 5), se reestruturada para Porque eu faço o bem a meu irmão, não compromete a semântica do contexto, já que o termo coesivo que a introduz indica a causa do efeito explicitado no verso seguinte.
  • C. A forma verbal “faço” (v. 5) pertence a um verbo irregular, que, nesse contexto, se completa com dois termos, um dos quais está preposicionado, e faz parte de de uma declaração hipotética.
  • D. A forma verbal “faço” (v. 5) pertence a um verbo irregular, que, nesse contexto, se completa com dois termos, um dos quais está preposicionado, e faz parte de de uma declaração hipotética.
  • E. A palavra “pro” (v. 15) é uma contração da preposição para com o artigo o e expressa finalidade da busca de paz.

Quanto aos mecanismos linguísticos usados na composição do texto, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.

( ) Os vocábulos “egoísmo” (l. 4) e “vício” (l. 9) são acentuados pela mesma razão.

( ) O ponto e vírgula existente depois da palavra “nós” (l. 13) pode ser substituído por ponto, sem comprometer a estrutura da frase, desde que se faça o ajuste necessário na forma verbal “são” (l. 13), o que não se aplica ao mesmo sinal de pontuação presente nas linhas posteriores (l. 15-16-17).

( ) O sinal indicativo de crase presente em “à”, nas duas ocorrências (l. 23 e 24), é dispensável, pois os nomes femininos, em ambos os casos, estão tomados em sentido genérico.

( ) A oração “que aparecesse um messiânico comandante” (l. 30) exerce função subjetiva no contexto frasal.

( ) A forma verbal “conduzisse” (l. 31) expressa uma ação hipotética no passado subordinada a outra que está simultaneamente no passado.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

  • A. F V F V V
  • B. V F V F F
  • C. F F V V V
  • D. V V F F F
  • E. V V V V V

Em relação aos termos que garantem a progressão semântica ao texto, está correto o que se afirma em

  • A. “Se” (l. 10) prenuncia uma concessão ao que vai ser anunciado a seguir, dando continuidade ao comentário sobre os valores sociais contemporâneos e a inserção da figura do policial no cenário da sociedade brasileira.
  • B. “Com efeito” (l. 20) estabelece um elo com a informação anterior, apresentando, diante do exposto, uma constatação da necessidade de o policial militar conceber seus próprios valores, alicerçando-os no respeito à lei e à alteridade, dentre outros.
  • C. “Com certeza” (l. 26) é uma expressão adverbial que equivale a certamente e explicita o modo como o locutor percebe os anseios de mudança do policial militar atual quanto à valorização da corporação a que pertence.
  • D. “Ora” (l. 32) mantém a sequência do discurso, objetivando contrapor uma visão onírica da realidade à inviabilidade de se atingir um grau de otimização dos atos praticados pelos policiais militares em curto e médio prazo.
  • E. “que” (l. 57) tem valor conjuntivo e une duas ações que resumem a ideia de obrigatoriedade de o policial agir sem perder o foco na preservação do nome da corporação de que faz parte.

Do ponto de vista semântico, está correto o que se afirma em

  • A. As marcas linguísticas “questão” (l. 1) e “problema” (l. 2) opõem-se quanto ao sentido.
  • B. As palavras “particularmente” (l. 29) e “Evidentemente” (l. 30) denotam a ideia de modo.
  • C. Os articuladores “pela” (l. 32) e “pelo” (l. 34) introduzem, no contento em que se inserem, circunstâncias de meio.
  • D. As partículas “se” (l. 42) e “se” (l. 47) indicam, respectivamente, reflexibilidade e reciprocidade.
  • E. Os elementos coesivos “para” (l. 51) e “para” (l. 52) são conjunções e expressam finalidade.

A relação estabelecida com a oração anterior pelo termo transcrito está devidamente indicada na alternativa

  • A. “mesmo quando” (l. 19) — comparação.
  • B. “desde que” (l. 22) — concessão.
  • C. “para que” (l. 35) — condição.
  • D. “Como” (l. 41) — conformidade.
  • E. “No entanto” (l. 54) — conclusão.

Estão empregadas no mesmo tempo e no mesmo modo as formas verbais

  • A. "chegarmos” (l. 20) / “resmungou” (l. 23).
  • B. “chamam” (l. 25) / “deu” (l. 26).
  • C. “Arda” (l. 35) / “pague” (l. 36).
  • D. “teve” (l. 38) / “venderiam” (l. 40).
  • E. “veio” (l. 43) / “entre” (l. 49).

Complementa o sentido de um verbo o termo

  • A. “uma virtude militar suprema” (l. 1).
  • B. “de uma absoluta neutralidade política” (l. 11-12).
  • C. “da obediência” (l. 21).
  • D. “novas idéias” (l. 39).
  • E. “conseqüências mais gravosas” (l. 56).
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