Questões de Nutrição do ano 0000

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Os alimentos funcionais se caracterizam por oferecer vários benefícios à saúde, além do valor nutritivo inerente à sua composição química, podendo desempenhar um papel importante na redução do risco de doenças crônicas não transmissíveis. A legislação brasileira não define alimento funcional, mas define a alegação de propriedade funcional e de saúde, estabelecendo as diretrizes para a sua utilização.

Sobre isso, é correto afirmar que:

  • A. para apresentarem as devidas alegações de propriedade funcional e/ou de saúde, tanto os alimentos quanto as substâncias bioativas e probióticos isolados devem ser obrigatoriamente registrados junto ao órgão competente.
  • B. as diretrizes da PNAN não são utilizadas como critério para a avaliação das alegações de propriedades funcionais e/ou de saúde nos alimentos, já que a ANVISA é o órgão que se encarrega disso.
  • C. as alegações de saúde e/ou propriedades funcionais não precisam estar em consonância com as diretrizes da política pública de saúde.
  • D. o alimento que alegar propriedade funcional e/ou de saúde não precisa produzir efeitos metabólicos e/ou fisiológicos.
  • E. são permitidas alegações que façam referência à cura ou à prevenção de doenças, determinadas pelo órgão competente.

Os dez passos para uma alimentação adequada e saudável, segundo o Guia Alimentar da População Brasileira (BRASIL, 2014), apresenta diretrizes que podem ser evidenciadas nas afirmativas a seguir:

I Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.

II Aumentar o consumo de alimentos processados e ultraprocessados.

III Sempre preferir adquirir alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente com os produtores.

IV Dar preferência às refeições feitas na hora, quando for se alimentar fora do lar, evitando as redes de fast food.

V Fazer do preparo das refeições e do ato de comer momentos corriqueiros, sendo somente para suprir as necessidades nutricionais, sem considerar aspectos psicossociais.

Das afirmativas acima, estão corretas apenas:

  • A. II, IV e V.
  • B. I, II e V.
  • C. I, III e IV.
  • D. III, IV e V.
  • E. II, III e IV.

O Guia Alimentar para a População Brasileira se constitui em uma das estratégias para implementação da diretriz de promoção da alimentação adequada e saudável que integra a Política Nacional de Alimentação e Nutrição. O Guia é um instrumento para:

  • A. apoiar e incentivar práticas alimentares saudáveis no âmbito individual e coletivo, bem como para subsidiar políticas, programas e ações que visem a incentivar, apoiar, proteger e promover a saúde e a segurança alimentar e nutricional da população.
  • B. apoiar e incentivar práticas alimentares saudáveis somente no âmbito coletivo, bem como para subsidiar políticas, programas e ações que visem a incentivar, apoiar, proteger e promover a saúde.
  • C. apoiar práticas alimentares saudáveis no âmbito individual e coletivo, bem como para subsidiar ações que visem a incentivar prioritariamente a segurança alimentar e nutricional da população.
  • D. apoiar práticas alimentares saudáveis e não permite subsidiar políticas, programas e ações que visem a segurança alimentar e nutricional da população.
  • E. incentivar práticas alimentares saudáveis no âmbito individual e coletivo, bem como para subsidiar programas que não permitem a promoção da saúde e da segurança alimentar e nutricional da população.

A OMS define a osteoporose como “uma doença metabólica óssea sistêmica, caracterizada por diminuição da massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade do osso e da suscetibilidade a fraturas. Na osteopenia, também ocorre diminuição da massa óssea, porém sem comprometimento da microarquitetura”. Assinale a alternativa CORRETA sobre os nutrientes que interagem com o cálcio para a mineralização da massa óssea.

  • A. A vitamina D é um hormônio esteroide, cuja principal função consiste na regulação da homeostase do cálcio, formação e reabsorção óssea, através da sua interação com a paratireoide, os rins e o intestino.
  • B. 20 a 30% do magnésio encontram-se no tecido ósseo.
  • C. O excesso de vitamina K favorece microcalcificações em vários locais do organismo.
  • D. A deficiência de zinco pode significar uma queda de 45% na massa óssea. A RDA desse mineral para gestantes maiores de 18 anos é de 40mg.
  • E. A concentração de cobre no leite de vaca é de 4 vezes maior que no leite humano e a biodisponibilidade no leite humano é maior. A deficiência desse mineral provoca fragilidade anormal dos ossos.

Em atendimento nutricional, uma mãe, com seu filho de 3 meses de idade, informa ao nutricionista que ela não pratica o aleitamento materno e que a criança se alimenta de chás, água e outros tipos de leite. Após extensiva anamnese, não foi verificado nenhum impedimento para o aleitamento materno e constatou-se redução de peso, sem patologia associada. Como nutricionista do referido caso, sua conduta é:

  • A. estimular a introdução de alimentos in natura, como frutas e sucos de frutas, uma vez que até o 6º mês de idade, a criança deve diversificar sua alimentação.
  • B. encorajar a mãe ao aleitamento exclusivo, desestimulando o consumo de outros alimentos e orientando que até o 6º mês de idade a criança deve receber apenas leite materno.
  • C. estimular o aumento do consumo de chás, águas e outros leites, em livre demanda, ou seja, quando a criança sentir fome ou sede.
  • D. desencorajar o consumo de água, chás e outros leites, orientando-a a introduzir sucos de frutas industrializados associado ao aleitamento materno.
  • E. desestimular o consumo de outros tipos de leite e orientar a continuidade do oferecimento de água e chá, além do leite materno.

Durante o processamento de alguns alimentos, o ácido pode ser produzido pelos microrganismos que participam da fabricação do alimento (ex.: leites, carnes e vegetais fermentados); ou ainda podem ser utilizados acidulantes como ácido cítrico, láctico, acético e outros, para, com isso, evitar o risco de deterioração ou atenuar os tratamentos térmicos, no caso de picles, chucrute, champignon e palmitos. O fator intrínseco envolvido no processamento desses alimentos fermentados que permitem o controle do crescimento e desenvolvimento microbiano é:

  • A. atividade água.
  • B. potencial oxirredução.
  • C. temperatura
  • D. pH.
  • E. fatores antimicrobianos.

Pode-se classificar a doença causada pela ingestão de alimentos contendo toxinas pré-formadas no alimento por algum microrganismo toxigênico como sendo:

  • A. toxinose.
  • B. infecção.
  • C. toxinfecção.
  • D. virose.
  • E. inflamação.

Após a preparação, o cozinheiro deverá dispor de 200g de carne já assada per capita. Levando em consideração um Índice de Cocção de 0,65, quantos Kg de carne o nutricionista deverá comprar para uma quantidade de 80 pessoas?

  • A. 10,4.
  • B. 16.
  • C. 0,77.
  • D. 1,39.
  • E. 1,80.

A insuficiência renal aguda (IRA) é caracterizada pela redução súbita na taxa de filtração glomerular (TFG) ou na quantidade de filtrado por unidade de néfrons e pela alteração na capacidade do rim de eliminar a carga diária de excreção metabólica. Sobre a terapia nutricional em pacientes com IRA, é correto afirmar que:

  • A. é consenso a administração de 0,8 a 1,5 g de proteína por kg de peso corporal ideal, aumentando conforme a TFG retorne ao normal.
  • B. durante a fase inicial da IRA (frequentemente oligúrica), é essencial a atenção ao estado de hidratação, sendo ideal que a ingestão de líquidos e eletrólitos promova o equilíbrio do débito hídrico.
  • C. a administração de somente 0,8 g de proteína por kg de peso corporal é a recomendação para evitar a diálise.
  • D. o consumo de calorias por peso corporal deve ser abaixo de 30, para evitar a perda de peso durante o tratamento.
  • E. o consumo de sódio e potássio deve ser acima de 50 mEq/dia, não sendo necessário fazer restrição do uso de sódio.

As duas formas principais de doenças inflamatórias intestinais são a doença de Crohn e a colite ulcerativa. Essas doenças partilham de características clínicas, incluindo diarreia, febre, perda de peso, anemia, intolerâncias alimentares, desnutrição, deficiências de crescimento e manifestações extraintestinais. Alimentos prebióticos podem ser benéficos no tratamento clínico nutricional das DII, porque os prebióticos como:

  • A. os lactobacilos, podem alterar a microbiota intestinal e favorecer a produção de AGCC.
  • B. as bifidobactérias, podem alterar a microbiota intestinal e favorecer a produção de AGCC.
  • C. os amidos resistentes, podem alterar a microbiota intestinal, favorecendo os lactobacilos e bifidobactérias, diminuindo a produção de AGCC.
  • D. as fibras fermentáveis, podem alterar a microbiota intestinal e impedir o crescimento de probióticos e AGCC.
  • E. os oligossacarídeos, podem alterar a microbiota intestinal, favorecendo os lactobacilos e bifidobactérias e aumentando a produção de AGCC.
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