Questões sobre Fisioterapia Neurológica

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A mielomeningocele, também conhecida como espinha bífida aberta, é uma malformação congênita da coluna vertebral da criança em que as meninges, a medula e as raízes nervosas estão expostas. Sobre a Espinha Bífida aberta, analise os itens:

I. Assim como acontece com muitos outros problemas de saúde, esta condição parece resultar de uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como histórico familiar de malformações da coluna vertebral e deficiência de ácido fólico.

II. Normalmente, durante o primeiro mês de gestação, os dois lados da espinha dorsal se fecham sobre a medula espinhal e todos os nervos e meninges que a acompanham. A coluna vertebral protege a medula, impedindo que ela sofra quaisquer tipos de danos.

III. Nos pacientes com mielomeningocele o enfoque fisioterapêutico tradicionalmente visa a melhora da força muscular, adequação do tônus, prevenção de contraturas, independência funcional, principalmente no que se refere à deambulação, e otimização do desenvolvimento infantil.

IV. Ter algum parente de sangue com histórico de mielomeningocele aumenta as chances de vir a ter um filho ou uma filha com a doença também, embora a maior parte dos casos da doença seja de crianças sem histórico familiar.

V. O ácido fólico é um importante nutriente para o desenvolvimento saudável de um bebê. O folato é a forma natural da vitamina B9. O ácido fólico é a forma sintética da vitamina B9, encontrado muito em suplementos e alimentos fortificados. A deficiência deste nutriente aumenta o risco de espinha bífida e de outros defeitos da coluna vertebral.

Estão CORRETAS:

    A) I, II e III apenas.

    B) II, III e IV apenas.

    C) III, IV e V apenas.

    D) I, II, IV e V apenas.

    E) I, II, III, IV e V.

Sobre as Malformações Congênitas analise os itens e assinale a alternativa INCORRETA:

    A) Malformação congênita é definida como toda anomalia funcional ou estrutural no desenvolvimento do feto, decorrente de fatores originados antes do nascimento, sejam esses genéticos, ambientais ou desconhecidos. Ainda que o defeito não seja aparente e de manifestação clínica mais tardia, é considerado malformação congênita.

    B) As malformações congênitas podem ser classificadas como maiores e menores. As malformações maiores resultam em graves defeitos anatômicos, funcionais ou estéticos, podendo, muitas vezes, levar à morte, enquanto as menores, geralmente sem importância cirúrgica, médica ou estética, sobrepõem-se aos fenótipos normais, podem ser únicas ou múltiplas e associar-se a malformações maiores.

    C) As principais causas das malformações são os transtornos congênitos e perinatais, em sua maioria decorrentes de doenças transmissíveis, uso de drogas lícitas e ilícitas, de medicações teratogênicas, falta de assistência ou atenção adequada às mulheres na fase reprodutiva, entre outros fatores.

    D) A oferta de serviços assistenciais à criança com malformação congênita deve primar pela integralidade como forma de garantir o atendimento das necessidades afetadas, com justiça social. Entretanto, a resposta insuficiente à problemática dos defeitos congênitos perpassa vários fatores.

    E) Entre os problemas identificados na assistência aos usuários com esse agravo de saúde, está a dificuldade de acesso aos serviços de genética, concentrados em sua maioria nas macrorregiões Norte e Nordeste do país, suporte laboratorial deficiente, ausência de serviços de referência e contrarreferência, fragilidades nas estratégias de prevenção e no registro epidemiológico.

Uma paciente de 52 anos de idade, enfermeira, sofreu trauma doméstico com fratura de escafoide em mão esquerda há dois meses. Foi tratada conservadoramente com imobilização gessada, porém desenvolveu atrofia de Sudeck. Durante a avaliação fisioterapêutica, observaram-se punho e mão edemaciados, lustrosos, cianóticos e frios. Nota-se hipersensibilidade à palpação e ela refere impossibilidade de vestir luvas para realizar procedimentos laborais, e até a manga do jaleco lhe causa incômodo. Fez infiltração com corticoide no local, foi novamente imobilizada com tala removível, afastada do trabalho e indicada para fisioterapia.

 Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
A atrofia de Sudeck é um distúrbio causado pela maior ativação do sistema nervoso parassimpático.

Uma criança de 1 ano e 3 meses de vida, sexo feminino, durante o acompanhamento pré-natal, foi diagnosticada com síndrome de Down. Ao nascer, ela precisou realizar uma cirurgia por malformação cardíaca, permanecendo internada na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) por um mês. Desde a alta hospitalar, a criança faz acompanhamento multiprofissional no centro de reabilitação infantil de sua cidade com uma fisioterapeuta, que é chefe do serviço de reabilitação. Em virtude da licença-maternidade dessa profissional, a paciente foi encaminhada para outro fisioterapeuta, que realizou uma nova avaliação e constatou hipotonia global, que a paciente rola para ambas as posturas (para prono e para supino), não passa de deitado para sentado, senta-se com equilíbrio precário (com a base alargada e com apoio em tronco e membros superiores), não assume o gatas e não se transfere para de pé. Quando colocada de pé, apresenta hiperextensão de joelhos bilateralmente, hiperlordose lombar e pés pronados (apoio medial). Como a primeira fisioterapeuta acompanhou a paciente desde o seu primeiro mês de vida, e por ser chefe do fisioterapeuta substituto, ela resolveu prescrever as condutas que deveriam ser realizadas em sua ausência, a fim de auxiliar o colega e otimizar o tratamento da criança. Durante o tempo de licença-maternidade, não houve intercorrências durante as sessões, entretanto a mãe queixou-se do profissional substituto porque, ao perguntar a respeito dos objetivos e das condutas de tratamento, ele não esclareceu quais eram e como seria conduzida a reabilitação.

 Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir. 
Tendo como base a hipotonia global apresentada pela paciente, caso o tratamento fisioterapêutico pretenda melhorar a postura sentada, é necessário realizar atividades em planos mais altos e contra a gravidade, a fim de melhor recrutar musculaturas de tronco e, consequentemente, melhorar a sua estabilidade.

Os sintomas de fraqueza, alterações de sensibilidade e paralisia são indícios que podem determinar a ocorrência de uma lesão da medula espinhal. Sobre a medula espinhal, pode-se afirmar que:

    A) A ponta anterior do H medular contém neurônios que se relacionam com a função sensitiva.

    B) Tem sua origem no bulbo e termina de forma afunilada no nível da vértebra T12.

    C) Dela emergem os nervos espinhais que iniciam no nível de C2 e que vão até o nível de S1.

    D) A ponta anterior do H medular contém neurônios que se relacionam com a função motora.

    E) Tem sua origem no bulbo e termina de forma afunilada no nível da vértebra S5.

Um paciente de 19 anos de idade deu entrada em um centro de reabilitação após alta hospitalar, apresentando histórico de lesão medular no nível T11 em consequência de um acidente de carro. Por se tratar de seu primeiro dia, a equipe multidisciplinar fez uma avaliação completa, incluindo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e a American Spinal Injury Association (ASIA). Nos dias que se seguiram, ele conheceu o fisioterapeuta que o acompanhará, o qual é muito experiente em lesão medular e, no primeiro encontro dos dois, o paciente relatou que pesquisou acerca de tratamentos póslesão medular e questionou a respeito de um tratamento de eletroestimulação. O fisioterapeuta explicou que se trata de um tratamento experimental ainda em pesquisa e que, para o momento, planeja um tratamento voltado para sua maior participação e independência.

Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.  
É correto afirmar que o nível motor desse paciente será o mesmo nível sensorial, caso a função motora testável acima do nível sensitivo seja normal.

Um paciente de 19 anos de idade deu entrada em um centro de reabilitação após alta hospitalar, apresentando histórico de lesão medular no nível T11 em consequência de um acidente de carro. Por se tratar de seu primeiro dia, a equipe multidisciplinar fez uma avaliação completa, incluindo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e a American Spinal Injury Association (ASIA). Nos dias que se seguiram, ele conheceu o fisioterapeuta que o acompanhará, o qual é muito experiente em lesão medular e, no primeiro encontro dos dois, o paciente relatou que pesquisou acerca de tratamentos póslesão medular e questionou a respeito de um tratamento de eletroestimulação. O fisioterapeuta explicou que se trata de um tratamento experimental ainda em pesquisa e que, para o momento, planeja um tratamento voltado para sua maior participação e independência.

Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.  
A ASIA é uma classificação internacional padrão-ouro para a definição do nível sensorial e motor de indivíduos com lesão medular. Para isso, testam-se pontos anatômicos específicos referentes aos dermátomos de C2-S5 de ambos os lados do corpo, para definição do nível sensitivo, e à função muscular de musculaturas-chaves, bilateralmente, para definição do nível motor.

Um paciente de 19 anos de idade deu entrada em um centro de reabilitação após alta hospitalar, apresentando histórico de lesão medular no nível T11 em consequência de um acidente de carro. Por se tratar de seu primeiro dia, a equipe multidisciplinar fez uma avaliação completa, incluindo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e a American Spinal Injury Association (ASIA). Nos dias que se seguiram, ele conheceu o fisioterapeuta que o acompanhará, o qual é muito experiente em lesão medular e, no primeiro encontro dos dois, o paciente relatou que pesquisou acerca de tratamentos póslesão medular e questionou a respeito de um tratamento de eletroestimulação. O fisioterapeuta explicou que se trata de um tratamento experimental ainda em pesquisa e que, para o momento, planeja um tratamento voltado para sua maior participação e independência.

Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.  
Ao realizar a CIF, será possível analisar funções deficientes desse paciente, como intestino, bexiga e sexualidade. E, ainda, nessa classificação, os serviços de saúde aos quais ele tem acesso serão considerados como facilitadores no componente “fatores ambientais”.

Um paciente de 19 anos de idade deu entrada em um centro de reabilitação após alta hospitalar, apresentando histórico de lesão medular no nível T11 em consequência de um acidente de carro. Por se tratar de seu primeiro dia, a equipe multidisciplinar fez uma avaliação completa, incluindo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e a American Spinal Injury Association (ASIA). Nos dias que se seguiram, ele conheceu o fisioterapeuta que o acompanhará, o qual é muito experiente em lesão medular e, no primeiro encontro dos dois, o paciente relatou que pesquisou acerca de tratamentos póslesão medular e questionou a respeito de um tratamento de eletroestimulação. O fisioterapeuta explicou que se trata de um tratamento experimental ainda em pesquisa e que, para o momento, planeja um tratamento voltado para sua maior participação e independência.

Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.  
Um dos objetivos de tratamento desse fisioterapeuta deve ser o de educar o paciente quanto à prevenção de lesões por pressão.

Um paciente de 19 anos de idade deu entrada em um centro de reabilitação após alta hospitalar, apresentando histórico de lesão medular no nível T11 em consequência de um acidente de carro. Por se tratar de seu primeiro dia, a equipe multidisciplinar fez uma avaliação completa, incluindo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e a American Spinal Injury Association (ASIA). Nos dias que se seguiram, ele conheceu o fisioterapeuta que o acompanhará, o qual é muito experiente em lesão medular e, no primeiro encontro dos dois, o paciente relatou que pesquisou acerca de tratamentos póslesão medular e questionou a respeito de um tratamento de eletroestimulação. O fisioterapeuta explicou que se trata de um tratamento experimental ainda em pesquisa e que, para o momento, planeja um tratamento voltado para sua maior participação e independência.

Quanto a esse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.  
Supondo que esse paciente participe de uma pesquisa de eletroestimulação, fazendo parte do grupo controle não experimental, caso o tratamento comprove resultados positivos, ao final do estudo, deve ser garantido o mesmo tratamento ao paciente, respeitando assim o princípio bioético de justiça.

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