Questões de Psicologia

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A taxonomia de objetivos cognitivos de Bloom e colaboradores (1974) é composta por seis categorias, que são

  • A. complexidade, internalização, automatização, hábito, instrumentalidade e generalização.
  • B. aprendizagem, generalização, transferência, compreensão, hábito e competência.
  • C. conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação.
  • D. internalização, compreensão, generalização, transferência, complexidade e competência.
  • E. conhecimento, aprendizagem, generalização, transferência, hábito e síntese.

A fórmula para o cálculo de grau de lacuna proposta por Brandão (2012), que tem sido utilizada como referencial nacional para este fim, é

  • A. L= N*I*F.
  • B. L=I*D/N.
  • C. N= I (5-D).
  • D. G=D-I.
  • E. G= I (D-7).

Os documentos escritos, decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo o material que os fundamentou, devem ser

  • A. guardados, pelo prazo máximo de cinco anos, observando-se que a instituição em que ocorreu a avaliação psicológica é a responsável única pelo arquivamento do documento.
  • B. guardados, pelo prazo máximo de três anos, podendo este período ser reduzido de acordo com as necessidades do Psicólogo ou da instituição em que ocorreu a avaliação psicológica.
  • C. entregues ao paciente avaliado no encerramento da avaliação psicológica, solicitando a ele que os guarde pelo prazo de cinco anos.
  • D. guardados, pelo prazo máximo de três anos, arquivados como documentos digitais, observando-se que a responsabilidade é unicamente do psicólogo responsável pela avaliação psicológica, que poderá também enviá-los a empresas de armazenamento de dados.
  • E. guardados, pelo prazo mínimo de cinco anos, observando-se que a responsabilidade por eles é tanto do psicólogo quanto da instituição em que ocorreu a avaliação psicológica.

No processo psicodiagnóstico, segundo Ocampo e Arzeno (1990),

  • A. definir o enquadre (ou enquadramento) permite dar garantias de que no processo de psicodiagnóstico o paciente não tenha contato com aspectos da sua infância já que são muito regressivos, dificultando a entrevista.
  • B. a entrevista inicial é caracterizada como uma entrevista dirigida, que permite ao entrevistador ter a liberdade de investigar as principais questões foco da avaliação psicológica.
  • C. a entrevista clínica é uma técnica insubstituível, pois cumpre os objetivos do processo psicodiagnóstico, sendo a utilização de testes facultativa, uma vez que são apenas complementares.
  • D. ao planejar a bateria de testes a ser utilizada no psicodiagnóstico, é importante discriminar a sequência em que os testes escolhidos serão aplicados, sendo que os primeiros devem ser os que mobilizam a conduta que corresponde ao sintoma do avaliado.
  • E. na entrevista clínica deve-se observar o motivo latente, subjacente ao manifesto, sem ater-se à queixa que preocupa o paciente e pode manter-se, anular-se e ampliar-se.

Em psicoterapias, na primeira entrevista o psicólogo deve

  • A. estabelecer o diagnóstico em três planos fundamentais: clínico e psicodinâmico, diagnóstico da motivação e das aptidões do paciente para psicoterapia e diagnóstico das condições de vida do paciente.
  • B. ter, exclusivamente, como objetivos a função diagnóstica e a fixação de contrato terapêutico.
  • C. focar-se, essencialmente, nos elementos trazidos pelo paciente, sobre o que ele pensa acerca de seus transtornos e suas expectativas em relação ao tratamento.
  • D. evitar responder ao paciente questões relativas às hipóteses diagnósticas e a perspectiva terapêutica.
  • E. realizar sempre interpretações sobre os conteúdos apresentados pelo paciente, como forma de promover o estabelecimento da aliança terapêutica necessária ao processo psicoterápico.

A psicoterapia individual é, reconhecidamente, uma forma de tratamento que auxilia o indivíduo em relação ao sofrimento psíquico. Os tipos de psicoterapias variam em relação aos objetivos, às técnicas, às teorias, à frequência, tempo e duração. A psicoterapia

  • A. psicodinâmica psicanalítica caracteriza-se por delimitação do foco ou conflito, atitude ativa do terapeuta, estabelecimento de uma hipótese psicodinâmica, interpretação de forças inconscientes e ensino de novas formas para lidar com os conflitos emocionais.
  • B. cognitiva é uma variação da terapia comportamental não indicada em quadros patológicos de depressões leves e moderadas e de dependência química.
  • C. de apoio de longa duração objetiva manter ou reestabelecer o nível de funcionamento do ego e de mecanismos de defesa adaptativos e adoção de medidas que visem alívio dos sintomas.
  • D. de apoio em crise ou de curta duração utiliza-se de intervenções que objetivam identificar e corrigir emoções, crenças subjacentes e cognições distorcidas. Tem curta duração, entre 10 a 20 sessões.
  • E. breve dinâmica é indicada para pacientes psicóticos, com transtornos severos de personalidade, com controle precário dos impulsos, tendências a atuações e com poucas condições para terapias de insight, problemas físicos limitantes e crônicos.

Com relação ao alcoolismo ou Síndrome de Dependência de Álcool,

  • A. apesar do indivíduo encontrar gratificação em outras fontes, permanece bebendo.
  • B. alcoolista crônico tende a reconhecer o seu problema quando passa a apresentar grave comprometimento físico e psicossocial.
  • C. a alucinose alcoólica ocorre nos períodos de abstinência e se caracteriza por alucinações audioverbais de vozes que falam do paciente na terceira pessoa, falam com ele humilhando-o, desprezando-o.
  • D. o alcoolismo deve ser diagnosticado considerando a dimensão física, a dimensão psicológica e a dimensão social.
  • E. o deliriun tremens é caracterizado pelo descontrole sensório motor, observado pelo tremor das mãos do paciente, que tem sua imagem corporal alterada em função do excessivo consumo de álcool.

O diagnóstico de depressão, entre as psicopatologias, ocupa um alto índice de incidência na população em geral, sendo, portanto, uma preocupação no âmbito da saúde pública. Em relação à predominância de sintomas dentre os subtipos de sín dromes e transtornos depressivos na

  • A. depressão atípica há diminuição da autoestima, fatigabilidade aumentada, dificuldade em tomar decisões ou se concentrar, mau humor crônico, irritabilidade e sentimento de desesperança. Para diagnóstico deste quadro, os sintomas devem estar presentes de forma ininterrupta por, pelo menos, dois anos.
  • B. distimia, há aumento do apetite e/ou ganho de peso, hipersomnia, sensação do corpo muito pesado, tristeza vital, diminuição da latência do sono REM e ideação de culpa.
  • C. depressão endógena ou melancólica, observa-se a ideação de culpa, perda do apetite, lentificação psicomotora, piora dos sintomas no período da manhã, com melhora no período da tarde e da noite.
  • D. depressão ansiosa, associados aos sintomas depressivos, observa-se delírio de ruína ou culpa, delírio hipocondríaco ou de negação de órgãos ou alucinações com conteúdos depressivos.
  • E. depressão psicótica, o paciente queixa-se de angústia intensa associada aos sintomas depressivos; não para quieto; insone; irritado; anda de um lado para outro; desespera-se, há presença de forte inquietação psicomotora e ansiedade. Nos casos graves, há risco de suicídio.

Em relação à melancolia, Freud (1917-[1915]) compreende que a formação do quadro melancólico envolve o tipo de investimento da libido ligada ao objeto perdido. Nesse sentido, há

  • A. escolha narcísica de objeto, identificação com o objeto e intensa ambivalência afetiva.
  • B. identificação com o objeto, projeção e recusa da realidade.
  • C. escolha anaclítica de objeto, negação e racionalização.
  • D. formação reativa, negação e projeção.
  • E. escolha narcísica de objeto, recusa da realidade e racionalização.

Em relação a uso dos testes psicológicos,

  • A. o psicólogo poderá utilizar qualquer teste psicológico que seja reconhecido por ele como atendendo à complexidade do motivo que determinou a avaliação psicológica.
  • B. as técnicas projetivas, por apresentarem tarefas estruturadas, favorecem uma grande variedade de respostas.
  • C. os testes projetivos, embora muito utilizados, são considerados limitados em função da subjetividade do examinando, uma vez que o conteúdo manifesto se altera frente às expectativas dos resultados.
  • D. a fidedignidade de um teste é a consistência dos escores obtidos quando submetidos novamente ao mesmo teste, ou a uma forma equivalente dele.
  • E. a validade de um teste refere-se àquilo que ele mensura e ao seu alcance de predição temporal.
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